18 de ago de 2013

Mídias sociais: poucos falam muito e influenciam a maioria

O poder de difusão e a velocidade de propagação das informações nas mídias sociais têm despertado o interesse de empresas e organizações em realizar ações de comunicação em plataformas como Twitter e Facebook.
Um dos desafios com os quais se deparam ao tomar essa decisão, no entanto, é prever o impacto que as campanhas terão nessas mídias sociais, uma vez que elas apresentam um efeito altamente "viral" - as informações se propagam nelas muito rapidamente e é difícil estimar a repercussão que terão.
"Se antes uma pessoa divulgava uma informação no boca-a-boca para mais três ou quatro pessoas, agora ela possui uma audiência que pode chegar aos milhares de seguidores por meio da internet. Daí a dificuldade de prever o impacto de uma ação em uma mídia social", explica o pesquisador Claudio Pinhanez, do laboratório brasileiros de pesquisas da IBM.
Para tentar encontrar uma resposta a esse desafio, o grupo de Pinhanez juntou-se a pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) a fim de desenvolver um simulador capaz de prever o impacto das ações de comunicação em mídias sociais com base nos padrões de comportamento dos usuários.
Ativistas
Para desenvolver o simulador de rede social, foram usadas mensagens publicadas por 25 mil pessoas no Twitter do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e de seu adversário político, Mitt Romney, em outubro de 2012, último mês da campanha eleitoral presidencial norte-americana.
Os pesquisadores analisaram o conteúdo das mensagens e o comportamento dos usuários tentando identificar padrões de ações, a frequência com que postavam mensagens, se as mensagens eram mais positivas ou mais negativas e qual a influência dessas mensagens sobre outros usuários.
Uma das principais conclusões foi que a retirada dos dez usuários mais engajados nas discussões realizadas no Twitter do presidente teria mais impacto na rede social do que se o próprio Obama fosse excluído.
Ou seja, também no mundo virtual, o papel dos "ativistas", ou formadores de opinião, parece ser crucial, com um ou poucos líderes sendo capazes de arrastar multidões.
"Acho que, pela primeira vez, a comunidade científica tem algo parecido com o mapa de quem conhece quem no mundo. É um mapa ainda incompleto, cheio de erros e enviesado, mas o nosso trabalho é uma das primeiras simulações de comportamento de um número tão grande de pessoas", afirmou Pinhanez. "Antes, quando se fazia isso era, no máximo, com 300 pessoas, e era preciso ficar coletando dados por anos."
Redação Diário da Saúde
Agência Fapesp

Nicinha

6 comentários:

  1. Gosto quando a ciência pesquisa, pois é parte que quero saber. A ciência preserva a vida e tudo o que pode ser feito em prol da vida é válido. Um abraço, Yayá.

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    1. Realmente querida, e eu só vim a ter prazer nisso qdo retornei para a medicina, até então os assuntos em adm era legal, e foi qdo me vi necessitada de ter que cuidar de (?) certo assunto que o interesse mudou.
      Bjs

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  2. Gostei da publicação , Nicinha .
    Obrigada pela partilha e visita ao meu espaço .
    Boa semana.
    Beijos

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    1. Marisa visitar o seu espaço é um prazer e crescimento , eu que sou grata pelo carinho e atenção , bjs

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  3. Olá amiga Nicinha, gosto do que a blogueira Artes e Escritas diz, eu concordo. É um mundo novo, apesar de parecer tudo muito velho e passado(tudo é muito rápido na net), a net precisa sim deste tipo de 'serviço', pois estamos no começo de uma história com a internet em nossas vidas. Minha querida Nicinha obrigado pelo carinho e atenção.
    ps. Meu carinho meu respeito meu abraço.
    ps.2 Outro dia quase pedi socorro para ti, mas graças a Deus não era uma doença horrível que meu sobrinho tinha, mas até saber isso foi uma romaria para que um médico no interior do RS desse o laudo (HANSENÍASE), e os órgãos responsáveis, tanto na esfera municipal, que deveria começar o processo, quanto as demais esferas, mas como disse, graças a Deus tudo se resolveu, e não era esta doença.

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    1. Amigo Jair, feliz domingo!!!
      Agradeço pela visita e pelo comentário.
      E no assunto de seu sobrinho, que bom que pode chegar em um diagnóstico e não ser a doença citada; veja que se fosse também, hoje em dia temos grandes avanços na medicina para o tratamento e poder ter uma vida considera normal.
      Fico feliz que houve um encerramento feliz.
      Fraterno abraço.

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Feliz por sua visita! espero que tenha gostado e claro seja sempre bem vindo.
Fraterno abraço, desejando felicidades.