10 de out de 2012

Reduz em 20% a mortalidade de pacientes com câncer de mama. E você já fez sua mamografia este ano?

Parceria entre Fidi e Hospital Pérola Byington reduz em 20% a mortalidade de pacientes com câncer de mama.
A parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi) e Hospital Pérola Byington, referência em saúde da mulher, reduziu em cerca de 20% a mortalidade das pacientes com câncer de mama atendidas pelo hospital, de acordo com o diretor médico do Pérola Byington, Dr. Luiz Henrique Gebrim. 
Ele explica que o exame de partida para o diagnóstico é a mamografia, mas nem sempre é suficiente. "Quando necessário encaminhamos o paciente para ultrassonografia no mesmo dia e já temos um diagnóstico mais preciso do estágio da doença. 

Essa agilidade no processo faz toda a diferença e amplia nossas perspectivas de tratamento", afirma.

Para alcançar essa meta, há um ano duas medidas foram adotadas. 

Primeiro, os laudos emitidos pela Fidi passaram a ser realizados em até quatro horas. 
Em casos emergenciais, o resultado sai em apenas uma hora. Antes, o processo poderia durar até 90 dias. 
"Essa diminuição do tempo de espera permite que os casos de câncer sejam precocemente detectados e tratados a tempo, impedindo a evolução do quadro", explica Hélio Ajzen, superintendente da Fundação. 

Entre 2009 e 2011 houve redução de casos avançados de 41% para 18%.

A maneira rápida de realizar exames está associada ao segundo passo adotado para reduzir a mortalidade, a mamotomia. 

Trata-se de um procedimento feito em ambulatório que retira microcalcificações ou pequenos nódulos da mama com instrumento similar a uma agulha. 
Após a mamotomia, o corpo estranho retirado da mama passa por uma biópsia que avalia o grau de periculosidade. Se for benigno, mais um exame será realizado para a constatação de que não há mais risco. 

Se for maligno, a paciente será encaminhada para a realização de mais exames e posteriormente a uma cirurgia.

Rápida e simples, a mamotomia evita cirurgias desnecessárias e internações. 

Assim, o hospital pode destinar mais leitos e salas de cirurgias aos casos mais graves de câncer de mama.
Das três mil mulheres atendidas mensalmente para investigação mamária, cerca de 90 passaram a fazer biópsia a partir da mamotomia, procedimento considerado menos invasivo. 
De acordo com o Dr. André Mattar, mastologista do Hospital Pérola Byington, são realizadas em média 250 cirurgias por mês.
"Os casos atendidos, são casos que realmente necessitam de intervenção cirúrgica", acrescenta o especialista.

Deixo aqui registrado o nosso agradecimento aos companheiros profissionais, que dedicam-se em cada caso individualmente com carinho e sem restrições.
O mês de outubro é apenas uma referência mundial, porque o trabalho continua e  é intenso durante o ano todo.
Para nossos amigos da HOSPITALAR. COM que sempre está levando até nós informações atualizadas e claro divulgando assuntos tão importântes como parcerias dessas entidades.

Perseverança


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