13 de out de 2011

SEMANA DAS CRIANÇAS .- O adolescente para ter bom êxito precisa de uma infância de bons exemplos.


As crianças e os adolescentes desta geração estão passando por grandes agressões.
Agressão por parte da violência urbana, na internet, na família e porque não dizer até na escola.

Nunca se falou tanto em segurança com atributos para o armamento.
Campanhas de recolhimento de armas de fogo, recadastramento dos portes de armas, portas com detectores de metais e até uso de coletes protetores, o uso de carros particulares blindados tem crescido a cada mês.

Informação recente pela Unesco:
As guerras e os conflitos armados deixam 42% das crianças do mundo fora da escola. Um relatório divulgado hoje pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) revela que 28 milhões de crianças em idade escolar primária ficaram fora da escola em 35 países atingidos por conflitos violentos entre 2000 e 2008. Só de refugiados que se deslocam pelo mundo para fugir das guerras, a Unesco calcula que exista uma população de 43 milhões de pessoas. Mesmo nos campos de refugiados, o índice de crianças que conseguem estudar é baixo, 69%.

Mas o que será a proteção ideal para nossas crianças de hoje?

As crianças especiais nos últimos 10 anos tem recebido uma atenção diferenciada e dedicada por parte da mídia, mas ainda é pouco; a necessidade da acessibilidade ainda é muito grande.
Escolas públicas adaptadas podemos dizer que não existem, em um bairro que tenha 5 escolas públicas entre municipais e estaduais, diriamos que 1 tem banheiro adaptado, com salas de aula no térreo e portas largas para crianças cadeirantes, e não estou falando ainda das deficientes visuais com carteiras e livros em braille.
Se faz necessário usar de bom senso quando encontrar uma criança especial, simplesmente elogia-la não é o suficiente, a família deve ser amparada com orientações de seus direitos bem como a criança e o adolescente.

Uma proteção também necessária é a vacinação, que infelizmente por mais que as campanhas sejam interativas, ainda existem pais ou responsáveis que não levam seus filhos para a imunização, e o pior não são punidos por essa falha grave, diria até que irresponsável.

Crianças agredidas por parentes próximos ao receberem atendimento nas unidades do SUS, muitas vezes se encontram sozinhas o amparo de uma Assistente Social é demorado e que nem sempre essa profissional pode ficar ali disponível, os profissionais muitas das vezes não estão preparados, precisa-se de uma melhor formação dos profissionais de saúde para tratar com a realidade de crianças submetidas a maus-tratos.

Na semana da criança eu observei que não houveram aquelas campanhas enormes por parte de orgãos públicos, algumas atividades em recreação, alguns eventos esportivos promovidos por clubes ou assoc. de bairros (alguns), e nenhum que foram direcionados exclusivamente a instrução das atuais necessidades das comunidades.

É uma decepção total com as sub-prefeituras.

Na imagem ( 08/2011 ) meu amiguinho Henrique, portador de Glaucoma, que desde pequenino e que com apoio de nossos irmãos tarefeiros, anciões e médicos competentes e claro da familia fazem da vida deste jovem um ser Feliz.



Perseverança

Um comentário:

  1. Este é um mundo perfeitamente injusto... sobretudo para com as crianças!

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Feliz por sua visita! espero que tenha gostado e claro seja sempre bem vindo.
Fraterno abraço, desejando felicidades.