4 de set de 2011

Lampadas queimadas entre outros eletrônicos tem destino certo agora.


Núcleos de tratamento de resíduos eletrônicos são inaugurados em São Paulo

Foram inaugurados na última semana os dois primeiros núcleos de tratamento de lixo eletrônico em cooperativas de catadores de São Paulo, como resultado do curso Eco-Eletro - Reciclagem de Eletrônicos. Durante as aulas, ministradas pelo Instituto GEA em parceria com o LASSU ? Laboratório de Sustentabilidade da Universidade de São Paulo, os catadores vêm sendo treinados para coletar a sucata eletrônica descartada pela população e dar a ela o tratamento adequado, com o uso dos EPIs ? Equipamentos de Proteção Individual próprios e equipamentos necessários.
A Cooperação, que fica na Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista, foi o primeiro posto de coleta e de tratamento de resíduos eletrônicos inaugurado no último dia 24, quarta-feira.
Para o sócio-fundador, Neilton Polido, a iniciativa vai permitir aumentar o número de postos de trabalho na cooperativa. ?Nossa expectativa é que o movimento aumente bastante.
Hoje, atendemos todos os bairros da região, entre eles Lapa, Perdizes, Jaguaré e Água Branca, afirma ele.
A cooperativa Recicla Pirituba também já está com o centro de tratamento instalado desde segunda-feira, dia 29 de agosto de 2011.

Para se transformar em um núcleo do Eco-Eletro, as entidades assinaram um termo de parceria com o Instituto GEA, comprometendo-se a aplicar corretamente todo o conhecimento adquirido durante o curso, garantindo a segurança dos catadores e a preservação do meio ambiente.
O GEA se compromete a colocar os núcleos em funcionamento e a divulgar o novo trabalho das cooperativas, para que a população passe a doar aos catadores também esse tipo de resíduo.
Desde abril já foram ministrados cursos para cinco turmas de catadores, atingindo 54 trabalhadores de 30 cooperativas.
O objetivo do projeto, um dos 113 contemplados pelo Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania 2010, é capacitar 180 catadores até o seu fim, possibilitando que a informação seja replicada e atinja de 2 mil a 2,5 mil catadores.

Fonte: Revista Meio Ambiente (assinante)

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