20 de jun de 2011

A mulher buscando o seu espaço no mundo.

Mulheres conquistam espaço na diplomacia.

Antes mesmo que uma mulher chegasse ao comando do Planalto, o espírito feminino já vinha influenciando a diplomacia nacional.
Se em 2001 as mulheres eram apenas 5,15% do total de embaixadores, em apenas dez anos, o percentual cresceu para 12%. No total, o Brasil conta com 1.571 servidores na carreira diplomática, dos quais 339 são mulheres, 21,58% do total - duas vezes mais, em termos percentuais, do que na década de 70.
A quebra do tabu de gênero é exemplificada pela presença simultânea e histórica de duas embaixadoras no coração do Oriente Médio, uma das regiões de maior conflito do planeta. Se israelenses e palestinos não se entendem, Maria Elisa Berenguer, que chefia a embaixada do Brasil em Tel Aviv, em Israel, trabalha em total comunhão com Ligia Maria Scherer, líder da representação do Brasil em Ramallah, na Cisjordânia, capital dos territórios palestinos.
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O Brasil também tem duas embaixadoras nos postos nobres junto à ONU em Nova York, a titular Maria Luiza Ribeiro Viotti e sua vice, Regina Maria Cordeiro Dunlop. Ambas foram cotadas para o cargo de chanceler, antes da posse de Dilma. A escolha de mulheres para cargos em Brasília também esquentou. As chefes de gabinete do ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, e do secretário-geral, Ruy Nogueira, a exemplo da época de Celso Amorim, são mulheres.

Por : Daniela Kresh/ Redação

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