11 de abr de 2011

Alegria no Dia Internacional do Cigano .


Se antes eles eram vistos como nômades (sem habitação fixa) hoje muitos ciganos têm endereço, estudam e trabalham, inseridos nas sociedades com as quais convivem.

Divididos por clãs e subclãs e por suas diferentes habilidades culturais, os que continuam suas vidas em acampamentos trabalham como comerciantes, vendem carros, cavalos para romeiros e charreteiros, enquanto as mulheres se dedicam à "draba", que é a leitura das mãos.

O Sr. Nicolas Ramanush, presidente da Embaixada Cigana do Brasil, informa que os ciganos vieram para o Brasil em 1547 e que hoje em dia mais de 1,2 milhão estão em nosso país, somente aqui na capital cerca de 5 mil ciganos.

Conheci esse pessoal em uma apresentação no Ceu Casa Blanca / zona sul, onde o Sr. Nicolas explicou também que iniciar com palestras étnicas sobre a cultura cigana, ganha-se respeito e admiração de todos, conclui com uma frase bem legal:

" Nós ciganos, vivemos cada dia como se fosse o último. Gozamos as pequenas grandes coisas de cada dia: o olhar de alguém que nos ama, o sorriso de uma criança ou a sabedoria de um idoso. Sim, nós não procuramos explicar a vida, apenas a vivemos."


APFC

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