3 de jun de 2010

ÍBIS-CALVO impedido de migrar - Revista DESPERTAI - JUNHO 2010.




Ganhei de presente uma revista de nome DESPERTAI; o seu conteúdo com assuntos atuais e importântes mostra em suas páginas que o ser humano aos poucos esta acabando com o que temos de mais belo, refiro-me a nossa NATUREZA. Detalhe que não se deve passar em branco é o texto bíblico de Jeremias capitulo 8 versículo 7 e Eclesiastes capitulo 3 e versículo 1 ao 8.
Boa leitura.
O íbis-calvo impedido de migrar.
Uma família de cinco membros está pronta para embarcar numa longa viagem e seus amigos vieram para se despedir. Ela dá uma última olhada no lugar onde morou por muito tempo e vai embora. Os observadores veem a familia desaparecer no horizonte rumo ao desconhecido.
Estamos no Centro de Criação do Íbis-Calvo em Birecik, uma cidade na Turquia próxima do rio Eufrates. A família que acabou de partir é um grupo de íbis-calvo, uma espécie ameaçada de extinção. Cada um deles tem em sua perna uma anilha monitorada via satélite. Os amigos - funcionários do centro - estavam apreensivos de que a família talvez não voltasse para casa.
Que tipo de ave é o íbis-calvo? Para onde ele migra? E por que há tanto interesse em sua migração?
CONHEÇA MELHOR ESSA AVE .
Quando o íbis-calvo sai do ovo, ele tem penas na cabeça. Mas com o tempo essas penas caem, e por isso é chamado de calvo. O resto do corpo é coberto de penas pretas, que sob a luz do Sol, reflete tons de verde-metanco e púrpura. Com exceção do alto da cabeça, sua pele e seu bico são vermelhos. O íbis-calvo também tem penas longas na parte de trás do pescoço.
O íbis atinge a maturidade sexual depois dos 3 anos de idade e geralmente vive de 25 a 30 anos. Come insetos, lagartos e até mamíferos pequenos. As fêmeas põem de um a três ovos por ano e levam cerca de quatro semanas para chocá-los. Essas aves têm uma características incomum: são monógamas, ou seja, têm só um parceiro. Quando um morre, o outro fica abalado.
Muitos observadores viram essas aves deixarem de comer até morrer ou se atirarem do alto de penhascos.
O povo de Birecik conta que até o início do século 20 celebrava-se a volta do íbis de sua jornada migratória. Para eles era sinal de que a primeira estava chegando. Durante a celebração, em meados de fevereiro, os barcos eram tirados do rio Eufrades e trazidos para terra seca, ao som de tambores e com muita alegria.
Naquele tempo, bandos de íbis-calvos eram tão grandes que pareciam uma enorme nuvem negra no céu. Mas, no século passado em especial nos últimos 50 anos, o número deles caiu vertiginosamente. Houve um tempo que na colônia de procriação, mas essa população diminuiu muito quando pesticidas agrícolas começaram a ser usados na década de 50. Hoje, restaram pouquíssimos espécimes no mundo.
ESFORÇOS NA TURQUIA PARA PRESERVÁ-LOS.
O Centro de Criação do Íbis-Calvo em Birecik foi fundado em 1977. As aves podiam migrar livremente todo ano até 1990, quando apenas uma voltou. Depois disso, elas foram impedidos de migrar. Os funcionários do centro as colocavam em aviários na época em que elas normalmente começariam a migrar entre julho e agosto. As aves eram soltas em fevereiro ou março do ano seguinte, quando estariam voltando da migração.
Em 1997, decidiu-se deixar 25 aves migrarem. Infelizmente, nenhuma delas foi vista de novo. A partir de 1988, todas as aves continuaram a ser levadas para os aviários a fim de impedi-las de migrar. Isso não atrapalhou o crescimento da colônia. Hoje, o centro de criação tem uma população de quase cem aves.
O FUTURO DO ÍBIS-CALVO.
Em 2007, quando aquelas cinco aves mencionadas no início do artigo foram soltas, infelizmente, apenas duas retornaram. Em 2008, permitiu-se que outro grupo de aves migrasse. O resultado não foi bom: elas não voltaram. Autoridades disseram que as aves foram para o sul até a Jordânia, mas morreram envenenadas. Então, apesar do aumento da população no centro de criação e de todos os esforços feitos por cientistas e autoridades do governo, o futuro do íbis-calvo ainda é incerto.
Essas recentes tentativas mostraram que, apesar de ficar em cativeiro para a própria segurança, o íbis-calvo não esqueceu instinto migratório.


Isso confirma o que a bíblia diz em Jeremias 8:7



"A cegonha nos céus ela conhece bem seus tempos designados; e a rola, e o andorinhão, e o bulbul - eles observam bem o tempo da entrada de cada um. "

Foi a nossa mudança de costumes ou hábitos, evitar em nossa vida diária o que não nos eleva para o bem, e colocar em prática o conhecimento de algo que sempre nos proporcionava oportunidades, e foram nessas oportunidades e mudanças que nos permitiram estar aqui para provar que somos novas pessoas e assim também sermos mais pacientes e ter maior amor pelo próximo.

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