7 de mai de 2010

Eletrocardiograma você já fez?

A MONITORIZAÇÃO CARDÍACA.
Curioso como possa parecer, até 1960 as arritmias não eram tidas como uma complicação freqüente do enfarte agudo do miocárdio.
Entretanto, a razão para esta impressão errônea é compreensível: até aquela data, não havia um método prático de se detectarem as arritmias de maneira sistemática; ao contrário, a detecção das arritmias dependia em grande parte dos traçados eletrocardiográficos rotineiros (feitos talvez uma ou duas vezes por dia ) e do exame físico.
Devido à própria natureza intermitente destas observações, uma alta percentagem (a maioria) de arritmias passava despercebida, e mais de 40% das mortes que ocorriam após enfarte do miocárdio, eram devidas a estes distúrbios arrítmicos.
Foi então que surgiram novos equipamentos eletrônicos ( subprodutos da engenharia espacial ), os quais permitiam uma visão constante, numa tela de osciloscópio, do eletrocardiograma do paciente.
Com estes instrumentos, apropriadamente chamados de monitores cardíacos, tornou-se possível observar continuamente a atividade elétrica do coração, e detectar instantaneamente qualquer distúrbio do ritmo.
A monitorização cardíaca tornou-se assim a peça chave do sistema de tratamento coronariano intensivo ( Unidade Coronária ).
OS PRINCÍPIOS DA MONITORIZAÇÃO CARDÍACA.
Cada batimento cardíaco é o resultado de um estímulo elétrico.
Este impulso, que normalmente se origina numa área especializada do átrio direito, é conduzido através de uma rede de fibras, dentro do miocárdio aonde irão estimular a contração deste músculo.
Esta mesma força elétrica se espalha para fora do coração e alcança a superfície do corpo, aonde pode ser detectada através de eletrodos fixados na pele ( indolor ). O Propósito do monitor cardíaco é o de captar os sinais elétricos gerados pelo coração e mostrá-los numa tela ( écran ) de um osciloscópio, sob a forma de um eletrocardiograma contínuo.
Analisando-se os formatos das ondas eletrocardiográficas, pode-se identificar qualquer distúrbio na freqüencia, ritmo ou condução cardíaca.

DICA: sempre que você for ao médico, o procedimento correto ainda em consutório é a verificação da P.A. ( pressão arterial ), muito alta ou baixa se faz necessário o ELETROCARDIOGRAMA ( ECG ), não esqueça, são dois exames rápidos e indolor, independente da especialidade médica que estiver passando, você pode salvar sua vida.

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